Limpar o Visual Studio começa por saber o que cada solução realmente compila

[!NOTE] Resumo Executivo (DEV-2026-095): Havia gigabytes em cargas do Visual Studio que pareciam dispensáveis, mas o build desktop depende de versões específicas. O levantamento projeto a projeto separou o que pode sair do que precisa ficar.


🚨 O Desafio Técnico / Contexto

O disco estava cheio, e o Painel de Controle não mostra o tamanho real de cada componente. Apagar um SDK errado só apareceria quando o build falhasse.


💡 Principais Lições Aprendidas & Descobertas

  • 💡 Meça as pastas. Só UWPNuGetPackages tinha 3,5 GB, e a carga MAUI somava cerca de 1,1 GB no SDK Android e 2,5 GB em packs.
  • 💡 Procure a versão nos projetos: o .NET 3.1 não aparecia em server, client nem ura, mas o targeting pack 4.7.2 era usado pelo launcher.
  • 💡 O SDK 9 compila projeto net8.0 se o targeting pack 8.0 continuar instalado, então esse pack e o runtime 8.0 ficam na máquina.
  • 💡 O attsip fixa PlatformToolset v143 e Windows SDK 10.0.26100. O SDK 10.0.19041 pôde sair, mas esse não.
  • 💡 A remoção passa pelo Visual Studio Installer, em Modificar, e não por apagar a pasta na mão.

🛠️ Especificação Técnica & Código-Chave


📈 Impacto no Ecossistema & Valor Prático

A limpeza passou a ter uma lista do que sai e do que fica, sem quebrar o build do cliente, do servidor e da URA.

  • Projetos Relacionados: lorentz-client, lorentz-cti, ura
  • Registro de Origem: _data/daily.dev-17.yml

Publicado originalmente como parte do Diário de Desenvolvimento 2026 do ecossistema Artes do Sul & Araguaci.