Capacidade de IoT se define em patamares, antes do primeiro cliente em produção
[!NOTE] Resumo Executivo (DEV-2026-094): O desenho inicial dizia o que construir, mas não até quantos dispositivos ele aguentaria. O plano de expansão fixou três patamares, com limites e o que precisa estar pronto para passar de um ao outro.
🚨 O Desafio Técnico / Contexto
Um laboratório com poucos dispositivos não diz nada sobre uma pousada inteira ou uma rede delas. Sem limites escritos, o primeiro cliente real seria também o primeiro teste de carga.
💡 Principais Lições Aprendidas & Descobertas
- 💡 L0, laboratório: até 10 dispositivos. L1, uma pousada: até 80 dispositivos e 20 req/s de ingestão. L2, rede: até 500 dispositivos e 100 req/s. São metas de projeto, ainda não medidas.
- 💡 O limite inclui latência: p95 de ingestão abaixo de 200 ms em L1 e de 300 ms em L2, para um servidor lento não passar por aprovado.
- 💡 O bloqueio seguinte ficou explícito: limite de requisições, token por dispositivo e retenção, depois MariaDB, e teste de carga antes da primeira pousada.
🛠️ Especificação Técnica & Código-Chave
📈 Impacto no Ecossistema & Valor Prático
A ida para produção passou a ter uma condição verificável, e não uma estimativa de que deve aguentar.
- Projetos Relacionados:
lorentz-iot,lorentz-hotel - Registro de Origem:
_data/daily.dev-17.yml
Publicado originalmente como parte do Diário de Desenvolvimento 2026 do ecossistema Artes do Sul & Araguaci.